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Nesse primeiro projeto; o Empatia 1.0 visa mostrar às pessoas a realidade sob uma nova perspectiva, o olhar do outro.

Com essa imersão buscamos mergulhar nas profundezas da mente de uma pessoa com diagnóstico depressivo grave e mostrar como essa realidade é, o que significa para quem está com o transtorno e assim ter a oportunidade de sugerir a busca por novas maneiras de prevenção e tratamento.

O projeto Veridis se propõe à expansão do sistema nervoso através da interconexão e inovação constante. Queremos trazer a sensação de presença empática por meio das tecnologias de Realidade Virtual, Aumentada e Mista, e assim criarmos um novo portal para o autoconhecimento e a possibilidade de explorar novos universos.

A interação do indivíduo com o mundo virtual, psico-emocional e simbólico, nos leva a explorar a fundo os modelos sensoriais e visuais/sonoros do ser humano de modo a gerar informação de impacto, empatia e consciência acerca dos diversos níveis de realidades paralelas ao mundo normativamente chamado "normal".

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"Dados da OMS indicam que a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo. No Brasil, a cada 45 minutos. Isso torna o suicídio a segunda maior causa de morte entre jovens entre 15 e 29 anos. A ideação suicida é um comportamento relativamente difícil de decifrar quando a intenção de cometer o ato não é verbalizada pela pessoa. Porém, dados apontam que quase 100% das pessoas que cometeram suicídio apresentavam algum tipo de transtorno mental. Nesse sentido, olhar sem preconceito e sem julgamento para quem sofre psicologicamente é uma excelente forma de prevenir o suicídio. Um aspecto fundamental para que isso aconteça é desenvolver uma capacidade empática que permita entender a dor do outro, possibilitando ajuda-lo com seriedade e sem menosprezar seu sofrimento."

Eslen Delanogare

Psicólogo e Neurocientista

CRP: 12/19917

“Apesar dos estigmas e preconceitos, a depressão e ansiedade devem ser encaradas como outros problemas de saúde.

O tratamento pode envolver diferentes frentes como mudanças de hábitos de vida, psicoterapia e tratamento medicamentoso. O preconceito com os transtornos mentais vem diminuindo mas ainda há muito a ser feito. Procurar ajuda é fundamental.”

Dr. Norton Yoshiaki Kitanishi.

Psiquiatra

CRM 163352 SP-RQE69268

"Em tempos de isolamento social e as incertezas advindas da pandemia é importante aprofundarmos o tema envolvendo estratégia de prevenção ao suicídio.

O sofrimento psíquico muitas vezes é silenciado e a vontade de morrer pode estar presente como meio de interromper a dor.

Acessar as pessoas e mostrar-se sensível para uma escuta de acolhimento é uma estratégia eficiente de cuidado além do  direcionamento ao tratamento adequado."  

 

Dra. Sibia Maria De Cassia Navarro Otoni

Psiquiatra

CRM 186846-SP